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sexta-feira, junho 27, 2003

posted by Jamie Barteldes sexta-feira, junho 27, 2003
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Era tudo real. No entanto, havia aquela faísca de subjetividade que incomodava de vez em quando. Não importava de início, mas foi crescendo e um dia teve que ser externado e com isso, borrou a maquiagem do palhaço e todos viram que ele era trsite e entristeceram com ele. E o mundo, que era real, tornou-se subjetivamente real e o lirismo doentio dos falsos poetas vigiava as sa?das da cidade, retinha a platéia murcha no espet?culo que nem se quer aconteceu. Resolveram divertir a si próprios e vários outros palhaços surgiram e mágicos e equilibristas e bobos da corte e um macaquinho de roupa violeta cravada de lantejoulas em forma de ondas. Riam, riam, riam, pulavam, gritavam uns para os outros:" Sou feliz!", como se quisessem que a alma ouvisse e repousasse, que a alma ouvisse e deixasse de latejar.
Mas olharam novamente para o palhaço no centro do placo. Iluminado apenas seu rosto natural, todos podiam ver o que espelho nenhum mostraria, o que o nariz vermelho não mais ocultava. E todos novamente entristeceram também com ele.
posted by Jamie Barteldes sexta-feira, junho 27, 2003
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quarta-feira, junho 18, 2003

posted by Jamie Barteldes quarta-feira, junho 18, 2003
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posted by Jamie Barteldes quarta-feira, junho 18, 2003
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terça-feira, junho 17, 2003

posted by Jamie Barteldes terça-feira, junho 17, 2003
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segunda-feira, junho 16, 2003
Minha intenção ao criar este blog jamais foi publicar um diário virtual. No entanto, este foi um fim de semana excepcional e merece ser comentado.
Tudo começou na sexta-feira quando fui assistir ao espetáculo teatral "Persona Pessoa", um monólogo do ator Ghil Brandão no Teatro Universitário. Sai de casa crente que sabia onde este tal teatro ficava. Chegando a Avenida da Universidade comecei minha peleja. Na Casa Amarela, fechado. Faculdade de Direito, ninguém sabia onde ficava, a não ser que era próximo ao Agapito dos Santos. Lá chegando, observo uma pequena porta ornamentada com algumas ínfimias bandeirinhas coloridas e um rapaz de comportamento suspeito vestido de cigana. Eu penso:" Será aqui?". Confirmação conseguida, adentro o recinto. A explicação é que depois da peça haveria uma festa junina, uma espécie de calourada dos novos alunos do Curso de Artes Cênicas da UFC. Ah, bom...(embora isso ainda sim não explique a cigana...).
A peça foi incrível. Brandão é um puta ator de cujo talento me fez chorar no espetáculo. O monólogo consistia-se em uma maravilhosa seleção dos melhores poemas de Pessoa e seu heterônimos. Eu, fã incorrigível de Pessoa, senti-me em casa. Poucos recursos (algumas capas, um baú, alguns instrumentos musicais) e muito, muito talento garantiram a mim e aos presentes um espetáculo único e aplaudido de pé por todo o público durante nada menos que cinco minutos. Incrível.
Após a peça, fui conferir a tal "Festa do Pau de Santo Antônio". Uns dois copos de vinho acima de minha sobriedade, fui ver o que acontecia no porão da festa, já que forró, mesmo pé-de-serra, não me desce. Chegando lá, um lugar mofado e pseudoescuro, danço ao som de Spice Girls e Whitney Houston e vou embora por já estar na minha hora e por simplismente não aguentar mais estar cercada de gays, eu , uma mulher solteira e a procura de um heterosexual não corrompido, o que está sendo difícil.
No sábado, acordo umas 9:00 e relaxadamente vou fazer uma lasanha para meu amigo Bruno que viria umas 1:30, 2:00 tentar me desenterrar de minha absoluta ignorância em relação a prova de Latim da Segunda-Feira. 11:00, bêemm,bêemm, a campainha . É o Bruno. A casa suja, eu imunda e horrível. Mas, tudo bem. Comememos a Lasanha, tivemos guerra de travesseiros, partidinha relâmpago de RPG e, quem diria, estudamos Latim. Foi muito, muito legal. Na mesma noite, meu monitor explode e a Patrícia me liga para irmos assistir ao filme novo do Jim Carrey no Domingo.
Domingo de manhã, tento estudar Latim, durmo. Domingo á tarde, após trocar de roupa umas 5 vezes vou ao North Shopping. Surra na máquina de dança, surra no pinball, surra do coisinha de sabonete líquido no banheiro. Patrícia e Amanda, sua irmã, chegam cinco minutos antes do início da sessão. Assitimos ao filme, uma porcaria. Carrey está ficado velho e não tem nada a ver com a história do vinho. a cena do macaco é horrível. Pôdi, como diriam alguns. Depois do cinema, surra da máquina de dança e algodão doce à vontade. Emendo para a Praia de Iracema. Encontro com o Ailton bem mais magro e sorridente. Confiro o Sesc Ciência sobre ondas ( física sem matemática, ou seja, o paraíso). E o restinho da noite foi preenchida com um belo porre de 4 garrafas de cerveja (é o suficiente, mas uma e eu tirava a roupa) ao som de Santana eCarole King (?) no Caros Amigos. Bêbada mas já em casa, ligo pro Bruno para levar sermão e ser chamada de pé-de-cana, mas durmo feliz por alguém se importar um pouco comigo.
Na segunda, ressaca e prova de latim, mas isso fica para outro post...
posted by Jamie Barteldes segunda-feira, junho 16, 2003
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quarta-feira, junho 11, 2003

posted by Jamie Barteldes quarta-feira, junho 11, 2003
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Procura-se (com cert desesperada urgência) homem solteiro e descomprometido, e não há pleonasmo aqui já que uma coisa é ser solteiro e outra é ser descomprometido. Um solteiro não tem ninguém, um descomprometido não é de ninguém. Aceita-se também homens casados, enrrolados, amancebados ou ficantes de alguém, com tanto que absolutamente cientes do que estão fazendo, possuindo cônjuges imóveis em cemitérios ou fantasiados. Faz-se necessário também ser desprovido de falsas ilusões do tipo " um dia eu me separo" ou " tenho medo de frustrar minha esposa" porque isso é papo de cachorro comedido.São esperados preferencialmente heterosexuais ativos, não muito e nem tão pouco. Em caso de bissexuais pede-se criticidade ao pedir roupas essencialmente femininas emprestadas, respeito aos amigos da solicitante e frieza ao ouvir "All By Myself", "I will survive" ou o tema de "Molin Rouge", e, pelo amor de Deus, nada de tiques nervosos do tipo "AAAAIIII-QUE-BATOM-BÁRBARO!!!!". Ah, a expressão "bárbaro" deve ser evitada.
Não são citadas preferências por situação financeira com tanto que tenham humildade de pedir emprestado da namorada de vez em quando e cara de pau de não pedir o tempo todo(e devolver sempre). Não são necessários altos níveis de escolaridade com tanto que saiba quanto resulta a soma dois mais dois e que saiba ler muito bem, principalmente sussurando ao pé do ouvido poemas de Pessoa e que interprete Drummond como algo além do "doidim do poema da pedra". Pede-se que haja compreensão quantos aos horários malucos de uma universitária e de uma professora de inglês e que goste da comida do R.U. (ou aprenda a gostar). Deve amar a cultura americana e não jogar na cara da solicitante que ela contribue para o monopólio norte-americano sob o risco de ter a cabeça arrancada.São solicitados como requisitos básicos sensibilidade (nem excessiva,nem inexistente), chocolate de vez em quando, fidelidade física, psíquica, social, moral e filosófica, carinho (nada de fon-fon), atenção (ouça a solicitante mais do que fale. Mudos são aceitos.),compreensão e presente do dia dos namorados ( que pode ser um beijo ou um dicionário de Latim).
Experiências anteriores são também requisitadas com tanto que não sejam uma cruz carregada a jogada na cara de todo mundo o tempo todo e que isso não o transforme em um cara " frio com motivos" e que de vez em quando diz " isso me lembra a fulana". Nada de comparações, nada de ciúmes extremos, nada de ciúmes inexistentes, nada de cigarro, nada de bermudas brancas com mocasins sem meias, nada de futebol, nada de forró, pagode ou qualquer outra droga além do pôr-do-sol da ponte e do adivinhar de formas nas nuvens em dias claros. Deve gostar de tomar banho de chuva e de ser cuidado quando ficar resfriado e de cuidar da namorada quando transmitir o vírus para ela. Deve querer ter filhos mas entender quando a namorada acha que é cedo demais e que há muito tempo e não querer nomear nenhum deles como "Júnior" ou "Francisco Clerivaldo".
Deve gostar de gatos e de sair de madrugada para procurar Whiskas em lata para a Maggie em dias de crise existencial felina. Deve chorar em filmes buscando ocultar as lágrimas da namorada. Deve gostar da solicitante sem sufocá-la ou machucar seu coração aos pouquinhos fazendo-a acreditar que, de fato, está fadada a virar uma tia reclamona que assiste novelas do SBT, chupando balas de gengibre, rodeada pelos seus 50 gatos, com as mãos cheirando a condimentos, sozinha....incrivelmente sozinha.
Caso você esteja dentro das especificações aqui citadas, envieo nome da galáxia e do planeta habitado para que a solicitante possa imediatamente mudar-se para lá. Gremilings, Halfs e seres estranhos que contracenaram em Star Wars, MIB e Eu sei o que vocês fizeram no verão passado são veementemente recusados.
posted by Jamie Barteldes quarta-feira, junho 11, 2003
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sexta-feira, junho 06, 2003
seja o que for, adorei o filme...após 20 minutos quando consegui respirar.
posted by Jamie Barteldes sexta-feira, junho 06, 2003
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posted by Jamie Barteldes sexta-feira, junho 06, 2003
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The Architect - Hello, Neo.
Neo - Who are you?
The Architect - I am the Architect. I created the matrix. I've been waiting
for you. You have many questions, and although the process has altered your
consciousness, you remain irrevocably human. Ergo, some of my answers you
will understand, and some of them you will not. Concordantly, while your
first question may be the most pertinent, you may or may not realize it is
also irrelevant.
Neo - Why am I here?
The Architect - Your life is the sum of a remainder of an unbalanced
equation inherent to the programming of the matrix. You are the eventuality
of an anomaly, which despite my sincerest efforts I have been unable to
eliminate from what is otherwise a harmony of mathematical precision. While
it remains a burden to sedulously avoid it, it is not unexpected, and thus
not beyond a measure of control. Which has led you, inexorably, here.
Neo - You haven't answered my question.
The Architect - Quite right. Interesting. That was quicker than the others.
*The responses of the other Ones appear on the monitors:
"Others? What others? How many? Answer me!"*
The Architect - The matrix is older than you know. I prefer counting from
the emergence of one integral anomaly to the emergence of the next, in which
case this is the sixth version.
*Again, the responses of the other Ones appear on the monitors:
"Five versions? Three? I've been lied too. This is bull****".*
Neo: - There are only two possible explanations: either no one told me, or
no one knows.
The Architect - Precisely. As you are undoubtedly gathering, the anomaly's
systemic, creating fluctuations in even the most simplistic equations.
*Once again, the responses of the other Ones appear on the monitors:
"You can't control me! **** you! I'm going to kill you! You can't make me do
anything!"*
Neo - Choice. The problem is choice.
*The scene cuts to Trinity fighting an agent, and then back to the
Architects room*
The Architect - The first matrix I designed was quite naturally perfect, it
was a work of art, flawless, sublime. A triumph equaled only by its
monumental failure. The inevitability of its doom is as apparent to me now
as a consequence of the imperfection inherent in every human being, thus I
redesigned it based on your history to more accurately reflect the varying
grotesqueries of your nature. However, I was again frustrated by failure. I
have since come to understand that the answer eluded me because it required
a lesser mind, or perhaps a mind less bound by the parameters of perfection.
Thus, the answer was stumbled upon by another, na intuitive program,
initially created to investigate certain aspects of the human psyche. If I
am the father of the matrix, she would undoubtedly be its mother.
Neo - The Oracle.
The Architect - Please. As I was saying, she stumbled upon a solution
whereby nearly 99.9% of all test subjects accepted the program, as long as
they were given a choice, even if they were only aware of the choice at a
near unconscious level. While this answer functioned, it was obviously
fundamentally flawed, thus creating the otherwise contradictory systemic
anomaly, that if left unchecked might threaten the system itself. Ergo,
those that refused the program, while a minority, if unchecked, would
constitute an escalating probability of disaster.
Neo - This is about Zion.
The Architect - You are here because Zion is about to be destroyed. Its
every living inhabitant terminated, its entire existence eradicated.
Neo - Bull****.
*The responses of the other Ones appear on the monitors: "Bull****!"*
The Architect - Denial is the most predictable of all human responses. But,
rest assured, this will be the sixth time we have destroyed it, and we have
become exceedingly efficient at it.
*Scene cuts to Trinity fighting an agent, and then back to the Architects'
room.*
The Architect - The function of the One is now to return to the source,
allowing a temporary dissemination of the code you carry, reinserting the
prime program. After which you will be required to select from the matrix 23
individuals, 16 female, 7 male, to rebuild Zion. Failure to comply with this
process will result in a cataclysmic system crash killing everyone connected
to the matrix, which coupled with the extermination of Zion will ultimately
result in the extinction of the entire human race.
Neo - You won't let it happen, you can't. You need human beings to survive.
The Architect - There are levels of survival we are prepared to accept.
However, the relevant issue is whether or not you are ready to accept the
responsibility for the death of every human being in this world.
*The Architect presses a button on a pen that he is holding, and images of
people from all over the matrix appear on the monitors*
The Architect - It is interesting reading your reactions. Your five
predecessors were by design based on a similar predication, a contingent
affirmation that was meant to create a profound attachment to the rest of
your species, facilitating the function of the one. While the others
experienced this in a very general way, your experience is far more
specific. Vis-a-vis, love.
*Images of Trinity fighting the agent from Neos dream appear on the
monitors*
Neo - Trinity.
The Architect - Apropos, she entered the matrix to save your life at the
cost of her own.
Neo - No!
The Architect - Which brings us at last to the moment of truth, wherein the
fundamental flaw is ultimately expressed, and the anomaly revealed as both
beginning, and end. There are two doors. The door to your right leads to the
source, and the salvation of Zion. The door to the left leads back to the
matrix, to her, and to the end of your species. As you adequately put, the
problem is choice. But we already know what you're going to do, don't we?
Already I can see the chain reaction, the chemical precursors that signal
the onset of emotion, designed specifically to overwhelm logic, and reason.
An emotion that is already blinding you from the simple, and obvious truth:
she is going to die, and there is nothing that you can do to stop it.
*Neo walks to the door on his left*
The Architect - Humph. Hope, it is the quintessential human delusion,
simultaneously the source of your greatest strength, and your greatest
weakness.
Neo - If I were you, I would hope that we don't meet again.
The Architect - We won't.
posted by Jamie Barteldes sexta-feira, junho 06, 2003
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terça-feira, junho 03, 2003
posted by Jamie Barteldes terça-feira, junho 03, 2003
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Esse aqui foi linkado do mundoperfeito.com.br. Ah, se fosse verdade...
Vírus da gentileza ataca seres-humanos
Nova Iorque, 02/06/2003 - A Organização Mundial de Saúde anunciou que um novo e singular vírus ameaça virar uma epidemia em todo o planeta. O vírus que está sendo chamado de "Courtesy" ataca seres-humanos - em especial indivíduos do sexo masculino -, e muda radicalmente seu comportamento. Segundo relatos de médicos que cuidaram dos casos mais recentes, as vítimas apresentavam os mesmos sintomas. Todas se mostraram capazes de segurar portas de elevador para os vizinhos, de ceder lugares de metrô e ônibus aos mais velhos, de permitir que um carro entrasse em suas frentes se estivesse saindo do estacionamento e principalmente de agradecer quando recebiam qualquer gentileza.
Ainda não se sabe de onde veio o vírus, o tempo de incubação dele no organismo, a duração da doença, nem mesmo qualquer forma de combatê-lo. E, ao que parece, ninguém está muito preocupado com isso.
posted by Jamie Barteldes terça-feira, junho 03, 2003
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posted by Jamie Barteldes terça-feira, junho 03, 2003
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Costumo observar tudo ao meu redor em detalhes, principalmente se isto faz parte da minha rotina diária, como o caminho para o CH, por exemplo.
Entediada, com sono e com as frases de latim estudadas na madrugada passada latejando em meu cérebro ( rosa sedula est, rosa sedula est, sapientia domina et reginae vitae est!) comecei a observar os diversos outdoors distribuídos no trajeto Maraponga-Parangaba-Montese-Fátima e um deles me chamou atenção. Era da West Coast no qual o apelo limitava-se a um modelo com cara de mauricinho com o cabelo empastado de forma bagunçada numa tentativa frustrada de parecer um rebelde ou até mesmo, pasmem, um adolescente normal com um par de sapatos de gosto duvidoso perdurados no pescoço. Isso mesmo. Amarraram os cadarços e os penduraram no pescoço dele. Daí eu imaginei em que situações eu andaria com um par de sapatos daquele jeito. Ou o sapato é o cúmulo do desconforto, ou fez bolhas no meu pé por ser o cúmulo do desconforto ou, em motivo de protesto, penduro os sapatos no pescoço por serem...o cúmulo do desconforto. Ou seja. O sapato é desconfortável e quando eu desencalhar, vou lembrar de não comprar nada para namorado algum meu na West Coast.
Era nisso que pensava quando observei a propaganda da Technos e percebi que jamais vi um outdoor com o relógio sendo usado de fato e me perguntei por que toda propaganda de bolsa Portifolio só usa modelos lindas e arrumadas saíndo de carro e nunca dando sinal para o Siqueira-Papicu segurando 10 livros na outra mão quando ele simplismente não pára e ainda te dá um banho de lama maravilhoso. Eu não sei...acho que compraria uma calça jeans cuja propaganda fosse feita com uma modelo de farda secundarista.Sim, porque se fica bem com uma farda, meus amigos, fica bem com qualquer coisa.
E eu não consegui tirar de minha mente a razão pela qual em anúncios de absorvente íntimo o líquido é sempre azul ou porque modelos de xampu balançam tanto a cabeça ou porque o Ministério da Saúde não cria uma propaganda do tipo " Essa porra mata e fede, seu babaca!".
Faltavam alguns passos até a sala 27 e constatei que propagandas vendem padrões de vida mais que produtos de fato e que este mundo capitalista e sanguinário não nos dá trégua nem de manhazinha cedo e estranhamente só conseguia pensar um comprar uma bolsa Portfolio e em Rosa sedula est, Rosa sedula est, Rosa sedula est!!!
posted by Jamie Barteldes terça-feira, junho 03, 2003
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